«

»

Nuclear NÃO! Por um Brasil Livre de Usinas Nucleares!

Nuclear NÃO!

A catástrofe de Fukushima, em 11 de março de 2011, provou ao mundo que a tecnologia atômica não garante a segurança de ninguém. Foi um dos piores acidentes atômicos da História. Os prejuízos da radiação espalhada no ambiente até hoje não foram devidamente quantificados nem se sabe os efeitos desta tragédia para o futuro da humanidade.

Os acidentes nucleares  já fizeram milhares de vítimas pelo mundo e entre os piores estão:

Chernobyl (1986) – Liberou na Ucrânia radiação de intensidade equivalente a mais de 200 bombas atômicas como a lançada em Hiroshima. Mais de 25 mil mortos.

Goiânia (1987) – O Césio-137 causou o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo, fora das usinas nucleares. Mais de 800 pessoas contaminadas e pelo menos 200 mortas.

EUA (1979) – Em Three Mile Island a intensidade da radiação foi oito vezes maior que a letal. Cerca de 140 mil pessoas foram evacuadas das proximidades do local.

Japão (1981) – Quatro vazamentos radioativos de usina em Tsuruga, cidade na província de Fukui, contaminaram 278 pessoas e o meio ambiente.

Rússia (1993) – Uma explosão em Tomsk-7, cidade secreta da Sibéria Ocidental, causou um número de vítimas desconhecido.

Por um Brasil livre de Usinas Nucleares!

Em Caetité (BA) começa o ciclo de produção do combustível nuclear com a exploração de urânio pelas Indústrias Nucleares do Brasil. Em mais de 10 anos de mineração ocorreram vários acidentes, causados pela irresponsabilidade de quem opera o Programa Nuclear Brasileiro. Lá estão toneladas e toneladas de lixo radioativo. Pessoas e o meio ambiente são vítimas do descaso do Estado. Entre os mais graves acidentes estão:

2000 – Vazamento de 5000 m3 de licor de urânio para o solo. Prejuízos são avaliados até hoje;

2004 – A bacia de barramento de “finos” transbordou sete vezes liberando liquido com concentração de urânio-238, tório-232, rádio-226. Registro de impactos como a mortandade de peixes na lagoa de Maniaçu, Covas e Vargem Grande;

2006 – Rompimento em uma das mantas da bacia de licor uranífero com paralisação das atividades por cerca de 60 dias;

2009 – transbordamento de solvente orgânico com urânio dos tanques de processamento, contaminando 49 m3 de solo.

Participe da CAMPANHA NACIONAL POR UM BRASIL LIVRE DE USINAS NUCLEARES! Assine a proposta de iniciativa popular a ser levada ao Congresso Nacional para votar uma lei obrigando o governo brasileiro a abolir o uso da energia nuclear. Vamos aumentar nossa pressão para proibir a instalação e funcionamento de usinas em qualquer parte do território nacional. DESARMAMENTO JÁ!

PELA VIDA, PELA PAZ! Participe, divulgue, imprima, colha assinaturas e nos envie o formulário, que está no seguinte endereço: (http://antinuclearbr.blogspot.com).

Movimento Antinuclear Bahia: Associação Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania; AEABA; Comissão Paroquial de Meio Ambiente de Caetité; CPT-Bahia; GAMBÁ, GERMEN; Greenpeace; Instituto Búzios; IDEIA; Instituto Quilombista; Jubileu Brasil Sul; O Lixo somos nós?; SINDAE; Suport-BA.

Recomende essa postagem

Share to Facebook
Share to Google Plus

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.





O relógio da Terra mostra-nos alguns dos impactos causados pelo Homem na Terra. As estatísticas nele apresentadas, que estão a ser actualizadas ao vivo, podem ser verificadas nos sites seguintes:


População mundial: US Census Bureau
Taxa de crescimento populacional: CIA World Factbook
População prisional: UK Homeoffice
Divórcios (apenas para os Estados Unidos): Wikipédia
Imigração ilegal nos Estados Unidos: Wikipédia
Abortos: Wikipédia
Mulheres que morrem durante procedimentos abortivos incorrectos: Organização Mundial de Saúde
Taxa de infecções por HIV: Avert
Taxa de incidência de cancro: UICC
Temperatura média da Terra: Wikipédia
Extinções de espécies: National Wildlife Federation
Produção de petróleo: CIA World Factbook
Produção de carros: Mation Master
Produção de bicicletas: Earth Policy
Produção de computadores: Top Secret
Estatísticas de mortalidade: Organização Mundial de Saúde